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A arte bate à sua porta

 

Era sábado à noite e eu estava em casa, quando recebi a visita de uma amiga acompanhada de um amigo, Selma e Gil.

Ao nos apresentar eu estava em frente ao computador e ele perguntou.”O que está fazendo”?. Respondi que estava escrevendo um livro e naquele momento falava de arte. E ele disse: “Arte, eu faço arte”.

De repente percebi que eu estava com os elementos necessários para construir uma noticia, bastava perguntar: o que, quando, quem, onde, como e por que. E ele virou personagem do livro.

Gil Franco é um mecânico amapaense de 31 anos que inventou quatro sistemas para deficiente físico. Um deles é o Clinicar. A novidade é que este sistema é portátil e não precisa cortar o carro para adaptá-lo. É mais em conta, o custo é de apenas três mil reais, levando em consideração que em São Paulo um sistema parecido, custa dezesseis mil. Falei que legal. E ele me respondeu, o Jô Soares também achou, gravei um programa no dia 03 de novembro e vai ser exibido no dia 10 de dezembro.

 Então pensei, para esse moço ter ido ao Jô é porque é bastante interessante.

E fomos conversando.... mas não vamos estragar a surpresa do livro......... 

E a arte não para por aí. Além de tudo o mecânico é poeta. Ele nos permitiu uma de suas poesias, inéditas. Uma enquanto estava internado, ao presenciar uma cena de um homem que foi ao hospital fazer um exame e saiu de lá morto.

Então titulou, Sofrimento e Dor: “Convivo eu na casa da vida e da morte onde relata cada fato, onde o fato é só um tempo, onde sonhos se realizam e se acabam, onde o mundo passa rápido para uns e lento para outros. No barulho o silêncio e no silêncio a certeza do barulho momentâneo. Pessoas entram e saem refletindo um único propósito. Saúde. Para sorrir, para chorar, para viver. O mundo para você“.

            Fiquei parada interpretando aquela expressão, afinal, eu passei o dia todo falando de arte e de sentimento, na disciplina de arte-educação.

Foi quando a Selma, falou, hei! Vamos falar de amor. Eu também faço arte.

Sei que ela é uma excelente artesã. Faz quadros maravilhosos com alho, mas poesia? E ela me recita uma linda poesia romântica, também inédita, titulada de Meu Grande Amor.”Não há coisa mais bela que poera suas lindas pernas. É como um encanto de um amor que no passado se transformou. E ainda que o tempo passe e o esquecimento fuja, beijarei ti, numa fúria sem fim como se fosse a única flor do meu jardim. Porque quem ama de verdade, mesmo com o passar dos séculos, chuvas e mares, terei sua imagem refletida em mente. Em meu lindo amor que os meus olhos não conseguem por um fim. A tarde já se foi, tudo se esconde, já escureceu e lhe pergunto: será que já me esqueceu. Amor meu”. (Selma Óliver)

E o Gil desafiou, eu também sei falar de amor “Se eu pudesse tocar as estrelas a mais distante e brilhosa ou descer no fundo do poço, com a água mais cristalina eu jamais chegarei aos teus pés. Porque você é o céu que me cobre e a água que me dá a vida”.

E eu diante de tanta expressão, falei que, “a minha maior poesia é a paixão que sinto em transformar sentimento em informação. É fazer do meu ofício, o meu amor, o meu parceiro, o meu consolo e o meu vício. E me embriago nos códigos, brigo com a ambigüidade e ela me oferece uma mensagem. Fumo um significado e aspiro palavras. Vou pra casa, to cansada, ouço um ruído. É você.  (Tina Sanches)



Escrito por sanchesbaroso às 15h38
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SOU ADOLESCENTE!!!

 

 

 Ao meu filho Lucas Wesley.

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O que escrever ao meu bebê se aos onze anos ele diz não ser mais criança. E adolescente também fui. Esta fase me assusta porque na minha época, fui adulta enquanto deveria ter brincado mais. Mas vai fazer ele entender isto.

Não há período certo para você sair da adolescência. É algo que se manifesta por si só, não adianta insistir. A fase adulta chega sem ser notada. E enquanto isso não acontece, o adolescente ouve frases do tipo, “Tu és muito criança para este assunto”, ou ainda, “Tu já está bastante grandinho”. E vamos confundindo as cabeças desses pequenos grandes seres.

Às vezes não sei o que pensar. Na hora a atitude vem. Hoje, acredito que seja qual for a atitude de uma mãe, é só para ver o bem de seu filho.Obrigada mãe.

E quanto a você, meu bebê, meu adolescente, meu homem, meu velhinho, pedaço de mim, desejo-te muitas felicidades por mais este aniversário.

 

 

Macapá, 24 de novembro de 2006.

 

 

 

Tina sanches



Escrito por sanchesbaroso às 15h33
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